Sei que todos os dias a gente sente saudade das pessoas amadas que dessa partiram e nunca mais voltarão. Sei que é um vazio seco e frio que nos invade e nos faz sofrer e chorar. Todavia, hoje, 2 de novembro, de 2017, é dia de finados. Dia dos mortos. Data em que os cemitérios estão cheios de pessoas dolentes, frágeis, sobretudo prontas pra dar vazão as lágrimas que abundantemente caem em nosso rosto e rolam até aos nossos corações. Estive lá. Tentei conversar com mamãe e dentro de minha ficção, não balbuciei sequer uma palavra para aliviar essa dor imensa que se arrasta há quase dois anos e meio, que a mesma se foi. Era fim de tarde. Muita gente ainda fazia sua visita e também deixava sua lembrança. Quase mudo, nesse silêncio sorrateiro, sai dali e uma tristeza imensa apossou-se de mim. De repente me senti em meu quarto e comecei a soluçar como nunca me acontecera. Esse foi o perfil deste 2 de novembro de 2017, um dia que marcou minha tristeza e uma saudade desmedida, de minha mãe, Dona Rocilda, pessoa essa que jamais vai sair de mim e que será sempre minha sombra, meu consolo... Fim de tarde. 02.11.2017. Quinta feira. LEIA MAIS...Crônicas de Rufino Silva Blog Crônicas de Rufino Silva
Hoje eu precisava tanto conversar com minha mãe, dona Rocilda, nos momentos de tristeza necessitamos de uma pessoa amada, pra gente contar nossos problemas, nossas mágoas e frustrações. De repente deu em mim, aquela vontade incontida de conversar com ela, minha mãe, como fazia antes, falar de minhas agruras e de minhas penas, nesse instante, passava em frente ao campo santo, la parei e de frente ao tumulo dela, chorei, dialoguei com ela e disse...lhe do que estava me acontecendo. Depois rezei. Sai e não olhei para traz, porque porque eu ia ainda mais sofrer e chorar.. . Ate mais, mamãe, depois eu vou voltar e mais uma vez, me consolar, outra vez, como eu fazia antigamente...07.07. 2016,