sábado, 4 de novembro de 2017

Sei que todos os dias a gente sente saudade das pessoas amadas que dessa partiram e nunca mais voltarão.

Rufino Silva no cemitério
Sei que todos os dias a gente sente saudade das pessoas amadas que dessa partiram e nunca mais voltarão. Sei que é um vazio seco e frio que nos invade e nos faz sofrer e chorar. Todavia, hoje, 2 de novembro, de 2017, é dia de finados. Dia dos mortos. Data em que os cemitérios estão cheios de pessoas dolentes, frágeis, sobretudo prontas pra dar vazão as lágrimas que abundantemente caem em nosso rosto e rolam até aos nossos corações. Estive lá. Tentei conversar com mamãe e dentro de minha ficção, não balbuciei sequer uma palavra para aliviar essa dor imensa que se arrasta há quase dois anos e meio, que a mesma se foi. Era fim de tarde. Muita gente ainda fazia sua visita e também deixava sua lembrança. Quase mudo, nesse silêncio sorrateiro, sai dali e uma tristeza imensa apossou-se de mim. De repente me senti em meu quarto e comecei a soluçar como nunca me acontecera. Esse foi o perfil deste 2 de novembro de 2017, um dia que marcou minha tristeza e uma saudade desmedida, de minha mãe, Dona Rocilda, pessoa essa que jamais vai sair de mim e que será sempre minha sombra, meu consolo... Fim de tarde. 02.11.2017. Quinta feira.

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Blog Crônicas de Rufino Silva

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