QUIZ O DESTINO QUE EU PARTICIPASSE DESTE FIM DE TARDE, NESTA SEGUNDA E QUENTE, FINAL DO DIA, OUVINDO NO MEU VELHO E SURRADO TOCA FITA DO MEU CARRO, A MÚSICA LUZES DA RIBALTA, CUJO AUTOR É O TAO CONHECIDO CHARLES CHAPLIM, FAMOSO HUMORISTA DO CINEMA MUDO. NA MELÓDICA E ARRASTADA CANÇÃO, FALAVA DOS DESENCANTOS E FANTASIAS QUE NOSSA VIDA NOS OFERECE E AS COISAS BOAS QUE SÃO RETIRADAS COM O PASSAR DO TEMPO... GERALMENTE COM O FINAL DE JORNADA, VÃO...SE NOSSAS SONHOS E FICAM NOSSAS QUIMERAS, COMO BEM DIZ ESSA MUSICA, LUZES DA RIBALTA. MAIS UM FIM DE TARDE SE VIA E COM ESSE CREPÚSCULO, MUITAS VEZES, DIZEMOS ADEUS AS ILUSÕES E REPENTINAMENTE NOS CURVAMOS DIANTE DESSE MESMO TEMPO, QUE TUDO DE BOM NOS ROUBAM E DE REPENTE NOS TIRA BRUSCAMENTE, DEIXANDO...NOS, SEM NADA E SEM ESPERANÇA...29.10.2018. TRIÂNGULO DE ARACOIABA.
Luzes da Ribalta... Luzes que se apagam, nada mais. Lamentar perdidas ilusão... Pequeno trecho da letra musical, de Charles Chaplin. Usando o comparativo melodioso e aí mesmo tempo, contemplando de minha calçada de minha rua, onde eu moro, vislumbro a distância, essas mesmas luzes a piscarem e chego a tona, nesse mergulho ao passado, nessa mesma praça, o aviso que o apagar dessas lâmpadas depois das 22 horas, em minha modesta cidade desse passado quase apagado... Tudo nesse salto Penoso desse pretérito meu, fiquei mais distante dessa tenra realidade cheia de nostalgia e saudade. De repente chegam a minha visão efêmera e repentina, verdadeiros fantasmas e nessa fértil lembranças, personagens que se foram no rastro de um passado que nos escravidão nessas lembranças semi mortas, para um longínquo olhar perdido nas sombras frias e tangidas pelas pegadas tortas para um futuro que não existe mais... Às 21.30 horas, em frente ao Largo da Matriz, em Aracoiaba. 02.12.2017... em minha calçada. LEIA MAIS... Crônicas de Rufino Silva