terça-feira, 17 de janeiro de 2017

É noite...

É noite... o reflexo do final do dia dar impressão que a estrada que percorro, é infinita e intrépida. As aves noturnas pouco a pouco se aprazem e se deleitam nos galhos ainda vistos pela plenitude da claridade, que ainda fustiga essa nova noite. A senda pouco a pouco se estreita, o percorrer se torna cada vez mais inóspito e as dificuldades se ampliam. Já não ouço mais o cantar do galo campina, o céu totalmente imerso na escuridão, como escuro está minha vaga caminhada. Já é hora de parar nessa caminhada sem rumo e sem sonhos feitos de quimera. Ir pra onde? não sei. talvez tentar buscar um refúgio que possa descansar desta trilha vã e sem ninguém a esperar. Sinto sede de liberdade. Sinto a ausência de uma palavra amiga e também de um rumo certo, de uma bússola pessoal que possa me orientar e ser feliz totalmente. Vu aqui me abrigar. Deitar-me no colo da esperança e quem sabe de repente, ter em mim, um ombro amigo e que me dê conforto e muito mais felicidade... Noite. 03.02.2014.

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